Foto: Divulgação / OAB
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil manifestou repúdio ao assassinato da advogada Valdenice Gomes Celestino Soares, na segunda-feira (03), no município de Paulistana, no Piauí. A advogada foi morta com um disparo de arma de fogo pelo próprio irmão.
Em nota, a OAB destacou a necessidade de políticas que combatam a violência contra advogados assim como contra as mulheres.
“Este episódio reforça a necessidade de medidas concretas para a proteção da advocacia. A OAB Nacional já trabalha para coibir a crescente violência contra advogados e advogadas, buscando a aprovação de novas leis federais e o engajamento dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário no fortalecimento de políticas públicas voltadas à segurança da classe. A região onde o crime ocorreu é reconhecida pelos altos índices de violência contra a mulher, o que evidencia a necessidade de políticas públicas mais eficazes e estruturadas para garantir a proteção da população feminina”, afirma em nota.
A advogada foi morta com 10 disparos de arma de fogo por volta das 9h40 da segunda-feira (03). O tenente-coronel França, comandante do 20º Batalhão de Polícia Militar, explicou que a vítima estava na companhia de duas pessoas quando o irmão teria chegado armado à sua propriedade, na localidade Jorge, na zona rural de Paulistana.
"A vítima foi abordada na sua propriedade enquanto concluía uma cerca de arame, houve discussão entre os dois e o irmão atirou nela na frente das duas testemunhas", disse.
Confira a nota na íntegra:
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil manifesta repúdio e preocupação diante do homicídio da advogada Valdenice Gomes Celestino Soares, no município de Paulistana (Piauí). Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade à família, aos amigos e à advocacia piauiense.
A OAB Nacional acompanha e apoia a atuação da seccional do Piauí, que desde o primeiro momento tem adotado as medidas cabíveis junto às autoridades para que a investigação transcorra com celeridade e transparência, assegurando a devida responsabilização dos envolvidos.
Este episódio reforça a necessidade de medidas concretas para a proteção da advocacia. A OAB Nacional já trabalha para coibir a crescente violência contra advogados e advogadas, buscando a aprovação de novas leis federais e o engajamento dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário no fortalecimento de políticas públicas voltadas à segurança da classe.
A região onde o crime ocorreu é reconhecida pelos altos índices de violência contra a mulher, o que evidencia a necessidade de políticas públicas mais eficazes e estruturadas para garantir a proteção da população feminina. No Mês da Mulher, este caso reforça a urgência de ações institucionais para enfrentar essa realidade e garantir a segurança e a dignidade das mulheres na sociedade.
A OAB Nacional reafirma seu compromisso com a defesa da advocacia e dos direitos fundamentais e seguirá firme na cobrança por justiça, segurança e respeito ao livre exercício profissional.
Beto Simonetti
Presidente do Conselho Federal da OAB
Fonte: Cidade Verde
Por: Jade Araujo